dezembro 01, 2011

Renato da Cunha Oliveira

Renato foi a pessoa que tornou possivel o sonho que tinha de fazer uma revista em quadrinho.

Primeira mulher a medalha em Jogos Pan Americanos na Luta Olimpica




Foi dificil, mas com a ajuda de todos foi possivel.
Obrigada!

Jeferson Texeira

O tecnico Jeferson Texeira sempre me apoiou e sou muito grata a ele.




Jogos Pan Americanos 2007, Rio de Janeiro!

fevereiro 15, 2009

Circuito olímpico, Torneio Romenia



Após retornar da Suécia com a seleção feminina de Luta Olímpica. Tive apenas uma semana para me organizar e embarcar para a Romênia.
Após enumeras reuniões com a CBLA e Equipe multidisciplinar, pude embarcar.
O Professor Roberto Leitão (Diretor técnico da CBLA), me acompanhou no torneio, onde me classifiquei em terceira colocada.
Fui para Romênia porque a CBLA ao tirar meu visto em abril para o Canadá, local onde me classifiquei para os Jogos Olímpicos, eles solicitaram apenas uma entrada, desta forma, não pude retornar. Tinha muita pressão em continuar minha preparação e coincidiu em receber um convite para treinar com o técnico Cornel Cornea.
Na Romênia tive tudo que buscava naquele momento, pois o Técnico Cornel tem quatro(4) atletas femininas em meu peso.
Fora que todos estavam de férias e resolveram deixar suas férias de lado e me ajudar.Foi muito legal, pois foi muito bem acolhida. E hoje tenho uma segunda família LÁ.
Muito obrigada, Romênia.

É dificil, mas não é impossivel, eu acredito e sonho


No ano passado, a atleta já havia sido protagonista de outro feito ao ganhar a primeira medalha feminina da modalidade em Jogos Pan-Americanos, com o bronze no Rio de Janeiro. “O Eugênio sempre falou que eu tinha tudo para me dar bem na luta olímpica. Resolvi apostar”, conta.
O sucesso repentino, contudo, rendeu apenas dividendos técnicos. Rosângela sobrevive com R$ 1,5 mil por mês, bancados pelo Bolsa Atleta, programa federal de auxílio a esportistas. Pouco para quem teve de abandonar empregos paralelos como personal training em nome da dedicação exclusiva ao esporte – são mais de oito horas diárias de treino. Quase nada para quem planeja montar uma equipe de 12 pessoas, entre técnicos, sparrings e nutricionista, às vésperas de embarcar para Pequim.
“É gratificante e ao mesmo tempo lamentável. Quebrei barreiras sem apoio algum, sem o mínimo de incentivo, sem o mínimo de reconhecimento. Só continuo porque sou teimosa e porque o brasileiro é capaz de superar todos os obstáculos”, afirma ela, que complementa o orçamento graças a ajudas periódicas de familiares e amigos. “Não sabia que a luta olímpica era tão desvalorizada no nosso país”, acrescenta.